 |
 |
Conjecturas
Mentais |
 |
 |
 |
Conjecturas escritas de uma só vez, sem serem relidas para publicação, podendo assim passar ao leitor o máximo do sentimento que havia no momento do post! Conjecturas polêmicas serão habituais, pois acredito que por meio delas que os debates são totalmente enriquecidos.
|
 |
 |
 |
 |
 |
|
Quem sou:
|
|
::
Nome:
Renata de Freitas Martins
::
E-mail:
renata@aultimaarcadenoe.com
::
Fotos
::
:: Data de Nascimento: 01.08.78
:: Natural de: São Paulo/ SP
:: Signo: Leão
:: Idade: 29 anos
:: Estado Civil: apaixonada
:: Profissão: advogada
::
Curriculum
Vitae
::
:: Onde Moro: São Paulo/ SP, Brasil
::
Projetos
idealizados e desenvolvidos
::
::
Artigos
Publicados
::
::
Site
Pessoal ::
::
Orkut
::
:: Hobbies: internet, livros, conhecer
pessoas novas a cada dia, viagens, fotos etc.
:: Paixões: felinos, Elvis, meio ambiente, chocolate (de soja!), Rancho dos Gnomos, os
homens (ah os homens! rs)
:: Esportes: natação, futebol e basquete
:: Time do coração: São Paulo Futebol Clube
:: Comida: massas (sem cadáveres, por favor! e logicamente integrais!)
:: Bebida: suco de laranja (fase light rs)
:: Música: rock
:: Um Filme: Philadelphia
:: Livro de cabeceira: eclética, com a cama rodeada de livros...
:: Sonho: acabar com o sofrimento, seja animal ou humano.
:: Filosofia de Vida: SEMPRE ajudar ao próximo. Fraternidade é tudo para mim,
mesmo que a recíproca não seja a mesma para as pessoas.
:: Meus anseios: 1. poder sempre trabalhar com o terceiro setor; 2. não ver
mais crueldades contra animais; 3. sempre ter e fazer todos aqueles que estão
à minha volta felizes; 4. defender dissertação de mestrado sobre tema
relacionado aos animais; 5. justiça social (são muitos, mas aqui deixarei apenas estes, senão
escreverei um diário !!! ;-) )
:: Ídolo: meu pai, que muito cedo partiu,
mas com certeza foi o tempo suficiente para me ensinar o que é AMOR de verdade!
:: Trauma de Infância: uma historinha que me contavam, de que eu havia sido
encontrada numa lata de lixo, toda suja e outra de que caso eu não estivesse
dormindo no horário que me mandavam, um bichão ia me pegar... eu escutava o
caminhão do lixeiro e achava que eles me pegariam... assim, sempre que os
escutava, ficava inteira embaixo da coberta e fingia dormir hahahaha. Ahhhh e
como sempre gostei de ficar acordada de madrugada, ficava com uma lanterna
debaixo do cobertor para poder ler meus livros e não ser descoberta (doidinha
desde pequena!!).
:: Uma experiência de vida: ter morado um ano na Alemanha. Amadureci bastante
e aprendi coisas incríveis, principalmente a independência, desde pequena.
:: Momentos marcantes: primeira competição de natação; estadia na Europa;
morte do meu pai; primeira paixão; primeiro emprego e primeiro amor.
:: Não Suporto: bem-estarismo, mentira, falsidade, hipocrisia e aquelas pessoas que acham que
sabem tudo e sempre querem levar vantagem.
Faltou
alguma coisa??? BUÁAAAAAA... achei que tivesse falado tudinho.... mas tudo
bem... pode mandar um e-mail que eu respondo!!!
|
|
Foto
que destaco: |
|

NELLY,
primeira cachorrinha de rua que me fez companhia e quem me ensinou o que
é a carrocinha. Com dez anos conheci esse campo de concentração de
extermínio de animais sadios e apenas em 2004 pude reagir. Ação
contra matança de animais sadios em SBC, nossa antiga cidade. Liminar
valendo até então! E dando minha vida por essa ação!
|
| In
memorian |
|

Laura
|
| Artigo
essencial de nossa CF: |
|
ART.
225:
"Todos
têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso
comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao
Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo
para as presentes e futuras gerações"
|
| Contador |
|
|
|
 |
 |
wTerça-feira, Setembro 04, 2007 |
 |
 |
 |

Meu querido Conjecturas,
Sinto saudades de ti.
Consegui dar um pulinho aqui agora em um final de tarde, porque parei numa lan house enquanto espero dar a hora para uma reunião e já que é meu rodízio e não tenho como concluir as atividades que havia planejado para o dia, já que metrô próximo não há e ônibus essa hora seria fatal para um atraso ao compromisso vindouro.
Bem, é meio estranho escrever aqui nesta situação, mas como devemos ser abertos a novas experiências, cá estamos tendo novas sensações! rsrsrs
Tem uma senhorinha usando a máquina ao meu lado, afundando as teclas (hahaha) e com o fone de ouvido no último volume, portanto ouço tudinho o que o U2 berra no ouvido dela.... Mundo moderno, não? Quem veria uma cena destas há alguns anos atrás.
É... não estou aqui para o tão citado texto do dia 18, mas sim para comentar sobre a bela matéria que foi produzida por uma competente equipe do Globo Repórter relacionada aos animais, abandono e crueldades.
Ficamos bastante satisfeitos em ver, pela primeira vez, uma matéria com denúncia atual sobre a situação de animais em circos e um belo flagrante, com o tapão da ursa no cebolitos bem no momento que se atreveria a falar o nome do Rancho dos Gnomos. "Tomô?" rs. E o pior é a desculpa.... "Não... ela acha que estamos brigando e foi me defender" hahahaha.... a convivência com os palhaços resulta nessas desculpas tão palhaças quanto, não?
Resultados muito positivos e aviso ao desinformados que nunca defendi nada que ofendesse seres humanos e sua dignidade e não sou complacente com atitudes que porventura assim possam ser consideradas. Isso serve para tudo, desculpas esfarrapadas circenses e bitolados com premissas tão falsas quanto sua própria existência, já que a manipulação dos argumentos outrora apresentados e a inserção de contextos falsos parece ser a diversão preferida! Vão fazer um pouco de sexo prá tentarem ficar mais feliz vcs. dois oh! E "prestenção"..... informem-se de quem sou advogada e quem repudio antes de divulgarem asneiras. Game over. Não há que se perder tempo com frustrações alheias!
Finalmente, importante divulgar o texto do making of feito competentemente pelo repórter Marcelo Canellas, que com certeza captou muito bem o trabalho Rancho dos Gnomos e a existência da Família Rancho dos Gnomos. Parabéns Marcelo e meu próximo retorno por aqui será para a publicação de nosso texto a vc e toda sua equipe! Aguarde!
--------------------
Um programa sobre gente
por Marcelo Canellas
A equipe estava sem fome, era cedo, bem antes de meio-dia. Mas tínhamos de almoçar ali mesmo, num restaurante às margens da rodovia que liga São Paulo a Cotia, porque nosso compromisso no Rancho dos Gnomos, onde conheceríamos um santuário de grandes felinos africanos, seria por volta das 13h. O garçom não conteve a curiosidade: "Vocês são do Globo Repórter? E é sobre gente ou sobre bicho?".
Meu primeiro ímpeto foi dizer que “animais abandonados” era o tema do nosso programa. Mas a pergunta do garçom foi como um sopro de lucidez entrando numa frincha da percepção, elucidando o que estava inteiramente oculto. Então respondi, convicto: "É sobre gente, amigo. É sobre a natureza humana".
À medida que fomos filmando pássaros com asas amputadas, leões com garras arrancadas, chimpanzés com presas serradas e todo tipo de seqüelas da violência contra os animais, fui me convencendo de que eu estava certo. Estávamos fazendo uma reportagem sobre o quanto as pessoas, ao odiarem uma outra forma de vida, podem negar sua própria humanidade. E também sobre como podem honrá-la ao amar os animais.
No longínquo ano de 1206, em pleno vigor do espírito feudal que punha suseranos e vassalos em esferas incompatíveis de convivência, um certo Francisco de Assis abandonou os castelos que freqüentava, desfez-se de suas posses, despiu-se até mesmo de suas vestes e foi viver entre os pobres. Poeticamente, chamava o sol de irmão e a lua de irmã. E dizia que nada define melhor a condição humana do que a capacidade de amar os bichos. Não é preciso ser religioso ou acreditar em São Francisco de Assis para saber, mesmo 801 anos depois, que o que nos torna diferentes, o que nos torna especiais, o que nos torna magnânimos em comparação com as outras formas de vida, é a nossa capacidade de amar.
Homens e mulheres têm de sobra as ferramentas do afeto, forjadas na cultura e na vida em sociedade. A tolerância, a generosidade, a idéia de que temos um futuro comum neste planeta são princípios universais conquistados pela Humanidade em sua dura luta contra a barbárie. Não gostamos da solidão, não queremos a dor, não toleramos a humilhação. Se somos egoístas, se ferimos e matamos, se submetemos nossos semelhantes ao vexame da miséria e da pobreza, estamos em desacordo com o esforço civilizacional da convivência. Civilizado convive, respeita, tolera. Os bárbaros subjugam. Tanto faz se os subjugados são gente ou bicho.
Vimos leões entrevados pelo confinamento, chimpanzés esquizofrênicos e atormentados por anos de espancamento, araras cegas, onças mutiladas e todo tipo de sofrimento e privações. Parece a vitória da barbárie. Não é. Porque vimos também extraordinários exemplos de generosidade e dedicação. A grandeza de saber amar e proteger seres vivos que, como nós humanos, também sentem frio, dor e medo, ajuda a recuperar a humanidade que ainda há em cada um de nós. Basta ver o que o Rancho dos Gnomos fez com o leão Will. Abandonado por um circo e tendo vivido a vida inteira trancafiado, Will pôde, aos 13 anos de idade, pisar na terra pela primeira vez. Esfregando as patas na grama, no húmus, na energia mineral da natureza, livre da superfície inócua do chão da jaula, Will nos enche de ternura, nos entope de compaixão e, portanto, nos ajuda a salvar um pouco da humanidade que tínhamos perdido.
Marcelo Canellas
Repórter
-----------------------------------
É isso aí... viva Will e todos os outros leões e animais, que a cada dia ensinam-me novas lições, especialmente aquelas que muitos humanos esqueceram-se faz tempo, que é o respeito, o amor (sim, só discordo desse ponto), sem arrogância, sem prepotência, sem armações fúteis e repugnantes, essas sim que somente a mente humana poderia fazer.
E tenho conjecturado!
posted by
RENATA DE FREITAS MARTINS at 5:54 PM
Faça seu comentário!:
|
 |
 |
 |
 |
 |
|